Aprenderdorismo

Empreender é uma arte

Aprenda a Empreender

Empreender não é necessariamente abrir empresas e ficar rico. 
A jornada empreendedora pode ser usada na criação de negócios bem ou malsucedidos. 
Nosso objetivo é falar um pouco sobre a amplitude do empreendedorismo e suas características. 
É possível sim aprender a empreender com sucesso.
O que é fintech?
Originada de uma abreviação entre as palavras Financial e Technology (que em português quer dizer Tecnologia Financeira), surgiu a Fintech. Muito utilizada para falar de startups e empresas que especializadas em produtos financeiros digitais que utilizam tecnologia para se diferenciar do mercado tradicional. Normalmente essas empresas permitem que clientes controlem integralmente seus produtos por meio de smartphones, sem a necessidade de um intermediário como, por exemplo, uma agência ou correta.

Quais as vantagens das fintechs?

As Fintechs são responsáveis por oferecer soluções financeiras diferenciadas, com menos burocracia e mais intuitivas, justamente por estar na palma da mão do cliente. Além disso, seus custos são muito baixos ou inexistentes. Basicamente, as Fintechs chegaram no mercado com produtos financeiros inovadores e em muitos casos, desenhados para a praticidade e vantagem do cliente.

Fintech X Startup: qual a diferença?

No começo uma Fintech também pode ser uma startup, porém as Fintechs são responsáveis por se diferenciar pelo uso da tecnologia e se destacarem na inovação. Já as startups são empresas inovadoras em estágio inicial que chegam ao mercado sem lucro, mas com grande potencial de crescimento rápido. A diferença entre elas é que a startup não é obrigatoriamente do setor financeiro. Ela pode atuar na área de alimentação, tecnologia, entretenimento, vestuário, etc.
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O que é Edtech?
Se você parar para pensar agora e voltar um pouco no tempo para lembrar da sala de aula em que estudou, o que você se recordaria dela? Claro que muitos alunos sentados em carteiras enfileiradas e fazendo as anotações que o professor escreve na lousa. Atualmente os métodos de ensino mudaram bastante, se atualizando e deixando aquela forma tradicional para trás. As novas formas de ensinar de maneira mais tecnológica e diferenciada podem ser chamadas de Edtechs, que é justamente a abreviação entre educação e tecnologia. Essas novas práticas aparecem em aplicativos, plataformas de educação digital, cursos online, gamificação de ensino, materiais de realidade virtual, etc.

Setores de atuação das edtechs

Dependendo do contexto no qual são inseridas, as Edtechs podem atuar de diferentes formas, mas sempre relacionando a educação. Na educação básica, por exemplo, as Edtechs podem auxiliar na conciliação de processos tradicionais de ensino com novidades tecnológicas, o que faz com que os alunos passem por experiências de aprendizado diferenciadas e lúdicas. Conforme a tecnologia avança e novas gerações vão surgindo, mais adaptadas ao ensino do mundo digital elas ficam. Nascidas cercadas por celulares e apps, essas ferramentas podem ser utilizadas para a educação dessas gerações. Quando o assunto é educação à distância, pessoas com mais idade e com mais necessidade conseguem conciliar educação, trabalho e vida pessoal. Fazer cursos online possibilita estabelecer rotina de estudos, desenvolver novas habilidades e conhecimentos sem precisar frequentar uma instituição tradicional de ensino.
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O que é Health Tech?
Como o próprio nome já sugere com as palavras em inglês, as Healths Techs tem como finalidade solucionar problemas da área de saúde por meio da tecnologia. As doenças existem em qualquer canto do mundo e são muito parecidas, por isso as soluções podem ser levadas para diversos lugares e o Brasil é um mercado promissor para essas descobertas, principalmente por conta de startups interessadas no segmento. A fim de conhecimento, atualmente o Brasil possui 353 startups voltadas para o segmento, aproximadamente 35% delas são em São Paulo, sendo que do total 30% já estão operando.

Conheça os produtos de uma Health Tech

Basicamente, os produtos se baseiam na aplicação de conhecimentos e habilidade em forma de vacinas, remédios, aparelhos e sistemas desenvolvidos para resolver problemas de saúde e elevar os níveis de qualidade de vida. Isso quer dizer que, os produtos oferecidos pelas Healths Techs podem ser de origem farmacêutica, médica ou tecnológica.

Mercado Health Tech

O mercado deste segmento se divide em três: diagnóstico, tratamento e prevenção e pode ser encontrado em diversas plataformas. O surgimento deste sistema é recente, começou há apenas 10 anos, nos Estados Unidos e no Brasil chegou apenas em 2015. Porém, apesar do pouco tempo, já há muitas empresas investindo nessa inovação para ajudar a tratar, diagnosticar e prevenir qualquer enfermidade. Além de ajudar na saúde, as Helths Techs também têm impulsionado a economia, já que segundo dados do IBGE, o consumo final de serviços e bens no Brasil atingiu R$546 milhões, o que corresponde a 9,1% do PIB.  
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O que é Open Banking?
Muito falado nos últimos dias, o Open Banking é uma iniciativa do Banco Central do Brasil com a intenção de trazer inovação ao sistema financeiro, proporcionar concorrência e trazer uma melhor oferta de produtos ou serviços para o consumidor. É importante lembrar que nesse sistema, a pessoa física ou jurídica é quem decide o momento e com quem deseja compartilhar os dados. Além disso, é importante ressaltar que o Open Banking garante a padronização de compartilhamento de dados e serviços.

Afinal, o que é esse sistema?

O Open Banking ou Sistema Financeiro Aberto é um sistema responsável pelo compartilhamento de dados financeiros de forma padrão. Várias instituições desse setor podem utilizar uma plataforma integrada e segura com dados dos clientes para ofertar produtos, além de serviços personalizados e vantajosos para aquele determinado cliente.

Qual a vantagem de ter um Open Banking?

Dentre os benefícios de ter um Open Banking está a facilitação da concessão de crédito, melhores taxas para investidores com perfil de risco do tomador. Além disso, o sistema serve também para uma comparação de serviços entre financeiras, seguradoras, rentabilidade de investimentos e outros produtos bancários. A ideia do Open é a criação de produtos e serviços com preços atrativos para determinado cliente, com base em seu consumo, transações e renda. Agora que você já conhece esse sistema e suas vantagens, que tal investir no Open Banking e aumentar seus rendimentos?
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O que é Full Commerce?
O reconhecimento do conceito de Full Commerce cresceu junto com o desenvolvimento do marketplace, dominado por grandes varejistas e plataformas de e-commerce. O ingresso de lojistas no Full Commerce reduz a necessidade de incluir recursos na compra de produtos e aumenta a agilidade na entrega de produtos. Aliás, a satisfação do cliente depende muito desse processo em que a loja entrega a compra dentro do prazo. O que é Full Commerce? O Full Commerce é um processo em que o varejista terceiriza o processo de planejamento, criação, consultoria, operação, meios de pagamento, segurança digital e análises de resultados do comércio eletrônico da sua empresa. Por meio dessa estratégia, o varejista consegue ter uma visão mais ampla de todo o cenário por meio das ferramentas oferecidas e assim, direcionar ações rápidas e inteligentes para solucionar algum ponto importante para a empresa. Além de prática, o Full Commerce também oferece redução de custos nos processos e vendas aumentadas, o que é ótimo para quem quer aumentar a receita do negócio. Como o Full Commerce ajuda no e-commerce? O Full Commerce é responsável por oferecer soluções práticas, tecnológicas e rápidas para a logística do seu negócio, por isso tem acelerado e ajudado nas vendas do e-commerce. Por meio dele é possível contratar uma plataforma de integração com vários marketplaces, gestão própria do site, de vendas e de marketing digital, além de auxiliar na operação logística, transporte e SAC. É importante ter em mente que empresas que adotem o Full Commerce devem ser capazes de oferecer meios para atender todo o processo do e-commerce.
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O que é MEI e como funciona?
Você sabe o que é ser um Microempreendedor Individual? Criada em 2008, essa categoria abrange pessoas jurídicas, autônomos e até mesmo pequenos empresários. Aliás, muitas pessoas hoje em dia adotaram esse modo de trabalho, já que há uma lista de profissões que podem utilizar esse regime como, por exemplo, ambulantes, borracheiros, cabelereiros, mecânicos, etc. Se você tem interesse em se tornar um Microempreendedor Individual, é importante que tenha um faturamento anual máximo de R$ 81 mil e não ser sócio ou dono titular de outra empresa. Outra vantagem para o empreendedor, é que na categoria MEI você se isenta de outros impostos como o PIS, COFINS, IPI, IRPJ e CSLL. Mas não vai achando que não tem nenhuma taxa, para ser MEI é preciso pagar uma taxa mensal de um pouco mais de R$ 50. Como ser MEI? Para se tornar um MEI, o empreendedor precisa se cadastrar gratuitamente no Portal do Empreendedor na internet. Após o cadastro, são gerados CNPJ e alvará provisório por 120 dias e, após o processo, se desejar ter um alvará definitivo, é necessário encaminhar a documentação para a Junta Comercial. A pandemia e alta de desemprego fizeram com o número de cadastros do MEI aumentassem relativamente. Atualmente, o país tem cerca de 11,3 milhões de MEIs ativos. Para se ter uma importância, nos últimos anos, desde o período pré-recessão, a quantidade de MEIs cresceu mais de 120%. Benefícios Previdenciários do MEI O Microempreendedor Individual tem direito a muitos benefícios previdenciários e para ter direito a eles, é preciso apenas realizar o pagamento da taxa corretamente. Confira os benefícios: Salário-maternidade: Para receber é necessário realizar pelo menos 10 meses de contribuição; Auxílio-doença: O pagamento da contribuição deve ser de 12 meses; Auxílio-reclusão: Necessário o pagamento de realizar 24 meses de taxa; Pensão por morte: Necessários 24 meses de contribuição; Aposentadoria por invalidez: Necessário 12 meses de contribuição; Aposentadoria por idade: Para obter este benefício é necessário realizar 180 meses de contribuição. E aí, interessado em se tornar um MEI depois de conhecer melhor essa categoria? Se a resposta for sim, corre no Portal do Empreendedor e se cadastre agora!
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O que é investimento anjo?
O termo é muito conhecido entre os empresários, mas você sabe o que realmente significa e o que está por trás dele? Originalmente, o termo investidor anjo foi criado no século 20, nos Estados Unidos, para designar os investidores que arcavam com custos de produção das peças da Broadway. Eles eram responsáveis por assumir os riscos deste investimento e participar do retorno financeiro. A ideia evoluiu para investimento feito por pessoas físicas como, por exemplo, empresários bem-sucedidos para empresas iniciantes, as famosas startups. Aliás, essas pessoas não eram responsáveis apenas em oferecer o capital financeiro, eles também ajudavam intelectualmente na evolução da empresa, ou seja, apoiavam o negócio oferecendo sua experiência e conhecimento. Afinal, o que recebe um investidor anjo? Por realizar a aplicação, o investidor recebe uma participação societária pequena e atua como um conselheiro participando das decisões estratégias, porém não assume posição executiva na empresa. Isso aumenta as chances de sucesso da empresa e do próprio investidor, além de acelerar seu desenvolvimento. Como funciona? Normalmente o financiamento feito por um investidor anjo é feito entre 2 a 5 pessoas, para que haja uma diminuição de riscos, assim como o compartilhamento da dedicação dos investidores ao negócio. É importante lembrar que dentre esse grupo de investidores anjo, é importante a determinação de um investidor líder. Ele é o responsável por uma pré-avaliação do projeto e negociação com o dono da empresa, para que uma proposta mais alinhada com o interesse de ambos seja apresentada para os outros investidores.
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Qual a diferença entre Venture Capital e Private Equity?
Já falamos aqui no blog sobre o Venture Capital e o Private Equity, mas mesmo sabendo da sua importância, será que você sabe a diferença entre eles e qual é o melhor para a sua empresa? Para que não reste nenhuma dúvida a mais sobre o assunto, separamos os principais pontos que os diferenciam. Quer saber quais são? Confira: Venture Capital x Private Equity A diferença entre os dois está relacionada principalmente ao estágio em que a empresa se encontra. O Venture Capital é voltado mais a empreendimentos que estão começando, já o Private Equity é ideal para empresas mais desenvolvidas, em fase de reestruturação ou expansão. Além disso, empresas incluídas no Private Equity podem se inserir em diferentes setores e mercados, já as de Venture Capital costumam participar de mercados voltados à inovação e alto potencial de crescimento como, por exemplo, os de tecnologia e finanças. Nos dois casos é assumido os ricos do negócio e há uma união entre gestores e investidores para agregar valor ao empreendimento. Aliás, a empresa participante pode ser de qualquer setor, desde apresente grande perspectiva de crescimento e rentabilidade a longo prazo. Obter recursos via Venture ou Private oferece vantagens em relação ao financiamento tradicional. Dentre elas, os bancos não exigem que as empresas comprovem receita para a concessão de crédito e também não é necessário pagar o valor imediatamente após o financiamento com acréscimo de juros. Nestes processos, as empresas recebem o dinheiro aplicado e a rentabilidade em um prazo maior de maneira proporcional ao resultado que a empresa gerar. Pensando de forma prática, o investimento por meio do Venture Capital ou Private Equity é bem semelhante ao investimento em ações, em que o lucro está relacionado ao desempenho da empresa.  
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Vale a pena ter um Venture Capital como sócio?
Para que uma empresa cresça, é preciso de um capital para financiar suas atividades. Esses recursos podem vir de terceiros ou serem próprios. Caso você não tenha dinheiro suficiente para aplicar no seu negócio, existem diversas maneiras de consegui-lo. Escolher qual utilizar vai depender das condições do mercado e em que nível de desenvolvimento a empresa se encontra. Dentre as opções estão os fundos de Private Equity e Venture Capital, que muitas pessoas não conhecem com clareza, mas quanto a isso fique tranquilo, vamos explicar o que são os dois termos e a importância para o capital de uma empresa. O que é Venture Capital? O Venture Capital é um tipo de investimento em que os recursos são aplicados em uma empresa com perspectiva de crescimento rápido e alta rentabilidade. Esse tipo de investimento é voltado para pequenas e médias empresas e a aplicação pode ocorrer de diversas formas como, por exemplo, por meio da aquisição de ações ou direitos de participação. Outra possibilidade que o Venture Capital proporciona é por meio de fundos de investimentos estruturados. Esses fundos são regulados pela Comissão de Valores Mobiliários e constituídos como Fundos de Investimento em Participações (FIP) ou Fundos Mútuos de Investimento em Empresas Emergentes (FMIEE). Como funciona o Venture Capital? Quando os investidores decidem injetar dinheiro na empresa, não são investidos apenas recursos e se espera as coisas acontecerem para gerar lucro, a intenção é dar suporte para startups e empresas por meio da compra de uma participação acionária. Além do investimento, é possível que executivos ocupem cargos estratégicos e tenham participação ativa nos termos de propriedade e controle da empresa, além de metas sobre o investimento e exigências de proteções e preferências contratuais. O que é Private Equity? De maneira geral, o Private Equity são fundos que investem capital direto nas empresas. Diferente do mercado de ações, ele é feito em instituições que não possuem capital aberto. Em troca do investimento, os investidores recebem uma participação no capital social das empresas. Esse tipo de investimento pode ser feito diretamente por empresas, fundos de investimento e até investimento individuais. E assim como no Venture Capital, o Private Equity também prevê a participação dos investidores. E aí, qual desses métodos de investimento vale mais a pena para o seu negócio? Agora é hora de decidir e aplicar para que sua empresa cresça ainda mais.
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O que é abertura de capital?
Para ganhar dinheiro com uma empresa e aumentar o faturamento, é preciso antes abrir o capital do seu negócio. A ideia desse procedimento é levantar fundos e gerar mais liquidez ou dinheiro vendendo ações. Abrir o capital de uma companhia torna o quadro acionário mais acessível ao público, ou seja, a empresa realiza ofertas públicas de ações ou através de títulos. Por meio destas ações, a empresa possibilita que os investidores participem do quadro acionário. Para abrir o capital, a empresa deve estar constituída como sociedade anônima e deve requerer seu registro de companhia aberta junto à CMV. Dependendo do mercado que deseja atingir pela oferta pública, a instituição deve requerer o registro junto à Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros, responsável por operar a CMV. Passo a passo para abertura de capital A empresa deve contratar uma investidora ou banco para lidar com os processos. É possível também que a empresa venda ações por conta própria, mas isso raramente acontece. Os bancos podem trabalhar sozinho ou junto ao IPO, desde que um assuma a liderança do processo. É comum que eles formem um grupo de bancos ou investidores para espalhar o financiamento e deixem o risco para o IPO. Quando um banco de investimento é contrato, empresa e bando acordam sobre quanto será investido e quanto pensam que eles vão aumentar. Depois de concordarem com um valor, o banco realiza uma declaração de registro a ser arquivada nos órgãos de fiscalização. Nesta declaração há informações sobre a oferta e da empresa em si, além de demonstrações financeiras, histórico gerencial, problemas legais que possam surgir, onde o dinheiro pode ser aplicado e quem tem direito sobre essas ações. Gostou dessa publicação? Então agora é hora de buscar os órgãos responsáveis e abrir seu capital!
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