Aprenderdorismo

Empreender é uma arte

Aprenda a Empreender

Empreender não é necessariamente abrir empresas e ficar rico. 
A jornada empreendedora pode ser usada na criação de negócios bem ou malsucedidos. 
Nosso objetivo é falar um pouco sobre a amplitude do empreendedorismo e suas características. 
É possível sim aprender a empreender com sucesso.
Como criar uma máquina de vendas na sua empresa?
Você já se perguntou em como transformar sua empresa em uma verdadeira máquina de vendas e aumentar o faturamento? Portanto, é importante pensar no que é preciso melhorar no seu processo, por mais que a sua empresa já possua uma dinâmica que gera resultados satisfatórios. Quer saber de forma fácil como começar a criar essa máquina de vendas? Confira as dicas a seguir: Conheça sua empresa A primeira coisa a se fazer é ter um conhecimento pleno do seu negócio e isso quer dizer abordar todos os aspectos que envolvem sua empresa. Portanto, conheça os processos, o perfil do seu cliente, as características do seu produto e valor que isso gera para o seu consumidor final. Aliás, esse último item é o mais importante, pois o valor que você gera não está agregado ao dinheiro, mas sim o que diferencia sua empresa das demais e os pontos fortes do seu produto para atrair e fidelizar clientes. É preciso também compreender com clareza o mercado em que você atua e a sua concorrência. Treine sua equipe O sucesso de uma empresa depende muito de seus colaboradores também, por isso é importante ter como meta o treinamento da equipe. Trabalhadores qualificados e capacitados para atingir alta performance gera uma empresa de resultados. Neste ponto é importante ressaltar que independente dos anos de experiência dos seus colaboradores, eles precisam estar sempre atualizados, preparados para novas dinâmicas e incentivados a testar novas dinâmicas com os clientes. Esteja presente sempre Onde é possível encontrar sua empresa? Onde seus clientes estão? Por onde eles compram os produtos? Entender essa dinâmica se torna importante para aumentar as vendas do seu negócio. Tenha um atendimento presente no telefone, e-mail, redes sociais e site, e garanta domínio sobre vários canais, além de oferecer uma experiência diferenciada para o seu cliente. Além disso, não se esqueça: esteja sempre atento aos números e métricas da sua empresa. São esses dados que indicam a performance do seu negócio e da sua equipe, então não deixe essa análise de lado.
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Como fazer um planejamento estratégico?
O planejamento estratégico é fundamental para obter grandes resultados e se diferenciar dos concorrentes, por isso é importante que o mesmo seja bem elaborado nas empresas para viabilizar uma melhor comunicação e sinergia entre clientes, colaboradores, público-alvo e negócios. Para um bom plano é necessário levar em consideração: ambiente interno, externo, definir metas e indicadores de performances. Pensando em traçar o planejamento estratégico perfeito para sua empresa, separamos algumas dicas que podem te ajudar para uma alta eficiência. Confira. De olho nos stakeholders O primeiro passo para fazer um planejamento estratégico é identificar os stakeholders, ou seja, quais as instituições ou grupos de pessoas afetam ou são afetadas pelo trabalho desenvolvido na sua empresa. Um grupo muito comum a ser mapeado são os clientes responsáveis por contratar os serviços da empresa e que possuem grandes expectativas de resultados para serem alinhadas. Também é importante considerar os colaboradores como stakeholders, já que são que eles os responsáveis pelo funcionamento do negócio. Determine a identidade organizacional É importante definir uma identidade organizacional para a empresa que se divide em três principais pilares para que sua empresa se destaque: - Definir a missão, ou seja, a razão pela qual a empresa existe. - Definir a visão, ou seja, o que aspira ser. - Identificar os valores, ou seja, os princípios que guiam o comportamento das pessoas. É importante ressaltar que se a sua empresa já possui uma identidade organizacional, analise quando foi construída e se é necessário passar por uma revisão. Faça uma análise SWOT Assim como já ensinamos antes, uma etapa importante para o bom funcionamento de uma empresa é fazer a análise SWOT, ou seja, reconhecer as forças, fraquezas, oportunidades e ameaças do seu negócio. Após esse estudo, você poderá concentrar nos pontos fortes e identificar as fraquezas para encontrar oportunidades e se prevenir de ameaças. Construção do mapa estratégico Para a definição do mapa, pode-se basear em quatro fatores: Perspectiva financeira - Oferece resultados de rentabilidade e produtividade da empresa. Perspectiva de mercado - Referente ao valor não monetário que a empresa deseja entregar aos clientes como satisfação, participação de mercado, taxa de retorno de clientes, etc. Processos internos - Aborda diversos indicadores de desempenho interno como as taxas de atraso nas entregas e redução de custos na produção. Recursos - Os indicadores estão relacionados à satisfação, capacitação, retenção de força de trabalho e motivação, etc. Trace um plano de ação Após definir os objetivos e metas, o passo seguinte é sair do campo das ideias e praticar. Então monte um plano de ação do que será feito e como será feito para alcançar seus objetivos e metas. Agora que você já entendeu o passo a passo para um planejamento estratégico, que tal colocar em prática e aumentar o rendimento da sua empresa?
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O que é Capital de Giro e a importância para uma empresa?
Para um empreendedor e dono de empresa, é importante conhecer todos os trâmites envolvidos para uma boa administração e os órgãos fiscalizadores. Por conta disso, também é importante conhecer o capital de giro da sua empresa e saber administrá-lo para uma boa saúde financeira do negócio. Quando não utilizado corretamente ou mal administrado, o capital pode oferecer riscos financeiros graves que podem gerar até endividamento, atrapalhar o crescimento da empresa ou até mesmo a falência. Você não quer correr esse risco com o seu negócio, certo? Então conheça o capital de giro e saiba como usá-lo! Capital de giro: o que é? O capital de giro é basicamente o dinheiro necessário para manter uma empresa e garantir a continuidade do negócio. Nele estão englobados os valores em caixa, contas bancárias e a receber, além de dinheiro para poder quitar as despesas empresariais. É ele que determina os valores disponíveis para uma empresa cumprir seus deveres e fazer novos investimentos, mesmo quando ocorre queda nas vendas ou falta de pagamento dos clientes. O capital de giro é importante para facilitar a gestão, investir em novos equipamentos, manter os estoques e administrar os pagamentos parcelados dos clientes, sem riscos para o orçamento do negócio. Tipos de capital de giro Negativo: acontece quando os recursos são insuficientes para quitar os débitos. Líquido: engloba os recursos financeiros da empresa, exceto os não circulantes, como, por exemplo, bens e imóveis. Próprio: neste caso não são necessários empréstimos, já que a empresa possui o próprio capital. Associado a investimentos: voltado a cobrir despesas que a empresa terá ao fazer investimentos como um investimento para a compra de equipamentos. Como calcular o capital de giro? Não há uma fórmula perfeita para definir o capital de giro, porém, para calcular quanto será necessário por mês, faça o cálculo: some as contas a receber e o valor disponível em estoque. Depois, subtraia do resultado, contas a pagar, impostos e despesas. Multiplique o total por 6. Depois desta conta você terá o valor mínimo necessário para a empresa por pelo menos um semestre. Agora que você já conhece o capital de giro, sua importância e como estabelecê-lo, que tal colocar em prática? Para mais dicas como essa, continue acompanhando nosso blog!
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O que é Análise SWOT?
De nome difícil, a análise SWOT é uma das ferramentas de planejamento estratégico mais conhecidas. Aliás, é muito raro que um profissional não conheça essa sigla e o que ela representa. Apesar de ser popular, você sabe como aplicar corretamente a metodologia e de onde veio o termo? Confira!

A definição

A análise SWOT nada mais é do que uma avaliação geral das fraquezas, forças, oportunidades e ameaças de um negócio. Ela é denominada SWOT por conta dos termos em inglês: Strengths, Weaknesses, Opportunities, Threats. Em português também é conhecida como FOFA, por conta da abreviação das palavras acima traduzidas. Para que você que já é ou quer se tornar um empreendedor chegue a um resultado desta análise por meio da ferramenta, é necessário dividir o processo em duas etapas em que a empresa interage: ambiente externo e interno.

Como surgiu

A análise SWOT ou FOFA, foi desenvolvida por volta de 1960 por Albert Humphrey na Universidade de Stanford. Ele foi o responsável por liderar uma pesquisa em que analisou e cruzou dados das 500 maiores empresas elencadas pela revista Fortune na época. Para fazer a análise desses dados, Albert utilizou um método rápido e prático que se transformou em um recurso mundialmente utilizado por todas as empresas na hora de pensar nas estratégias empresariais.

Quais são os objetivos da análise SWOT?

Com o objetivo de estudar os ambientes interno e externo de uma empresa, a análise SWOT identifica os pontos fortes e fracos de uma instituição, além das oportunidades e ameaças às quais ela está exposta. Está inclusa também na análise SWOT, a identificação mais assertiva de fatores que influenciam no bom funcionamento da organização. Agora que você já sabe o que é a análise SWOT e a importância dela, que tal aplicá-la no seu negócio e descobrir os pontos fortes e fracos? Se você gostou dessa publicação, comente aqui e compartilhe com os amigos empreendedores!
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Quem é Brian Chesky?
A vontade de viajar, descobrir novos destinos e viver experiências incríveis nos faz tomar decisões com segurança. Isso pode ser comum aos viajantes, mas para o criador do Airbnb, Brian Chesky, o desenvolvimento do aplicativo de hospedagem foi uma necessidade.  Atualmente, o Airbnb possui mais de 5,6 milhões de anúncios ativos, 100 mil cidades e 900 milhões de hóspedes atendidos, mas nem sempre foi assim. A ideia bilionária nasceu de uma necessidade básica de Chesky: pagar o aluguel.  Recém formado em design industrial, Chesky morava em São Francisco, em 2007, quando decidiu inflar três colchões de ar e alugar o espaço a quem desejasse, tendo em vista que na época a cidade estava com os hotéis lotados devido a um evento.  Batizado de Air Bed & Breakfast, que mais tarde seria modificado para Airbnb devido aos colchões de ar, a iniciativa foi lançada em um site na internet. Três pessoas se interessaram e ocuparam os espaços por US$80. Engenhoso e dedicado, Chesky deu assim origem a uma grande ideia.  Airbnb O nome Airbnb só seria adotado em março de 2009, mas um ano antes a iniciativa foi lançada durante um evento de tecnologia e economia criativa, rendendo duas reservas em março de 2008. Já em agosto do mesmo ano, o site do Air Bed & Breakfast recebeu 80 reservas, após novo evento.  Ao mesmo tempo, Chesky e os parceiros Joe Gebbia e Nathan Blecharczyk lançaram o Airbnb Payments, que viria a processar em 2019 a quantia de US$ 70 bilhões em transações de hóspedes em dezenas de moedas mundo afora.  No início, os parceiros decidiram ir a Nova York tirar fotos de casas que estavam desocupadas e poderiam ser alugadas. A iniciativa deu certo e eles decidiram apresentar o projeto a um investidor, que decidiu não participar.  Após o envolvimento do cantor e compositor norte-americano Barry Manilow, que alugou uma casa pelo Airbnb, o negócio decolou, atraindo uma série de consumidores e investidores.  Crescimento Hotéis, hostels, casas, apartamentos e até castelos ao redor do mundo. Para proporcionar experiências inesquecíveis, o Airbnb superou limites, surpreendeu consumidores e tornou milhões de viagens memoráveis ao redor do mundo. No Brasil desde 2011, o aplicativo alcançou o valor de mercado de US$ 10 bilhões em 2014.  Com o desenvolvimento de recursos, expansão internacional e ajuda a moradores desalojados por desastres naturais como o do Furacão Sandy, o Airbnb se consolidou no coração das pessoas.  Em 2016, ano de Jogos Olímpicos, foi provedor oficial de acomodações alternativas no Rio de Janeiro. Já em março de 2020, época que marcou o início da pandemia da COVID-19, a empresa lançou acomodações para alojar profissionais da saúde e da linha de frente contra o vírus.  Para melhorar a experiência e tranquilizar os hóspedes durante a pandemia, o Airbnb lançou protocolos rígidos de higienização. Em maio de 2021, a empresa de Chesky anunciou mais de 100 novidades para otimizar a vida dos viajantes ao redor do mundo.  Conquistas Após abertura de capital feita na Bolsa em dezembro de 2020, o Airbnb atingiu valor de mercado de US$100 bilhões. Outra informação relevante é que, segundo a Forbes 2021, Chesky tem uma fortuna estimada em 13,7 bilhões de dólares.  Além disso, o empreendedor já foi nomeado pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, como embaixador do empreendedorismo global e considerado pela Revista Time como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo.    Fontes https://canaltech.com.br/apps/airbnb-o-que-e-como-funciona/ https://www.voitto.com.br/blog/artigo/airbnb https://news.airbnb.com/br/about-us/ https://experienceclub.com.br/a-historia-da-airbnb/ https://exame.com/negocios/de-desempregado-a-bilionario-a-vida-do-ceo-do-airbnb/ https://www.suno.com.br/tudo-sobre/brian-chesky/  
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Quem é Daniel Marhely?
Ouvir música no trajeto para o trabalho, em casa ou até em festas, é algo que todos fazemos. Pensando na facilidade de acessar diversos títulos em um só lugar, o empreendedor Francês Daniel Marhely criou o aplicativo de streaming Deezer, em 2007. Um ano antes de o Deezer nascer, Marhely queria facilitar o acesso dos amigos às músicas. O embrião do Deezer nasceu como um site, o ‘Blogmusik’. Em pouco tempo, a iniciativa recebeu inúmeros acessos, o que causou atritos com artistas e as empresas devido aos direitos autorais.  Como a vida de um empreendedor se resume basicamente a encontrar problemas, Daniel decidiu marcar reuniões com as empresas detentoras dos direitos autorais. Após negociações intensas, o Deezer nasceu. A missão era simples: liderar o mercado e ser o primeiro streaming de música legalizado e grátis do mundo.  A evolução da iniciativa atraiu cada vez mais artistas, investidores e até gravadoras. Dois anos depois, em 2009, Daniel já comandava um império que gerenciava as músicas e artistas de todas as gravadoras mais famosas, além de artistas independentes.  O Deezer se tornou uma referência para os artistas, mas também para os consumidores. Buscando expansão e aceitação em diversos setores, a Deezer fez parcerias com gravadoras e até com operadoras de celular, como é o caso da TIM no Brasil.  Pensando na experiência do usuário, a companhia investiu em serviços Premium. Hoje, o catálogo da Deezer possui mais de 73 milhões de músicas. Além disso, é possível criar playlists e ouvir diversos podcasts.  Crescimento Em 2012, a companhia já havia atraído mais de 100 milhões de euros em aportes, o que foi fundamental para a expansão e o investimento em tecnologias que aprimorem a experiência do usuário. Ao longo dos anos, o aplicativo lançou uma série de recursos interessantes, como o ‘Flow’, que consiste em uma seleção das músicas do usuário.  O Deezer também foi o responsável por colocar no mercado o recurso ‘lyrics’, onde os ouvintes poderiam acompanhar a letra das músicas. Já o ‘Deezer Elite’ prometia alta definição de qualidade na reprodução.  Daniel Marhely teve uma ideia de ouro que se provou eficaz ano após ano. A Deezer acumula mais de 14 milhões de usuários e é utilizada em mais de 180 países, sendo a França e o Brasil os principais consumidores. Só em 2014 a companhia faturou 141,9 milhões de euros.      Fontes https://mundodasmarcas.blogspot.com/2017/10/deezer.html?m=1#:~:text=A%20hist%C3%B3ria,%C3%A0%20m%C3%BAsica%20para%20seus%20amigos. https://canaltech.com.br/empresa/deezer/ https://pt.deezercommunity.com/informacoes-basicas-129/quem-criou-a-deezer-27760 https://forbes.com.br/outros_destaques/2015/10/servico-de-streaming-deezer-pode-ser-avaliado-em-mais-de-r-4-bilhoes-apos-ipo/  
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Quem é Juan de Antonio?
O aplicativo de caronas Cabify, criado pelo espanhol Juan de Antonio, anunciou recentemente a saída do Brasil devido à pandemia da COVID-19. No entanto, a rica história do empreendedor nos motivou a falar sobre ele, então vem com a gente!  Formado em Engenharia Eletrônica na Universidade Politécnica de Madrid, Juan é um amante da tecnologia. Ao longo de sua trajetória, trabalhou com otimização de redes de dados e consultor de estratégia, até o momento em que recebeu bolsa para um MBA na Universidade de Stanford, em .  Antes de criar o próprio negócio, atuou como Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Zero Motorcycles, empresa de motocicletas norte-americana. Durante sua atuação, foi diretamente responsável por fazer a empresa faturar cerca de US$20 milhões. Pouco depois decidiu investir no próprio negócio.  Cabify e a criação  Praticamente todo empreendedor é motivado a criar algo após sentir dificuldade de resolver problemas. Em viagens à América Latina e Ásia, Juan percebeu que os serviços de táxi eram péssimos.  Corridas caras, sem recibos e dificuldade de relacionamento com os motoristas incomodavam demais o engenheiro de telecomunicações. Para solucionar a questão, convidou amigos para fazer parte de um novo projeto: a Cabify.  Lançada em 2011, a Cabify iniciou as operações em Madri, na Espanha, com carros de alto padrão. A vontade de reduzir congestionamentos, incentivar a mobilidade e utilizar tecnologia de ponta, motivou o crescimento da companhia.  Crescimento Pouco mais de 40 dias após o lançamento, a Cabify já tinha mais de 20 mil usuários e mais de 3 mil corridas apenas na cidade de Madri. Não demorou muito para que a startup recebesse aportes milionários.  Com dinheiro em caixa e vontade de aplicar o que foi feito em Madri, Juan percebeu que poderia expandir a operação, chegando a Portugal e América Latina. O potencial consumidor do continente sul-americano se provou em números: cerca de 80% da receita da Cabify vinha da América Latina.  Em determinado momento, a empresa percebeu que não bastava ter apenas carros luxuosos. Foi então que Juan decidiu investir em uma linha mais ‘modesta’, a Cabify Lite. Novamente ele provou estar certo, tendo em vista que em abril de 2014 o número de downloads do aplicativo chegou a 100 mil, sendo apenas 35% da Espanha.   O crescimento da Cabify fez a empresa oferecer corridas a clientes corporativos na Colômbia, em 2015. A iniciativa chamou a atenção de uma empresa japonesa de comércio eletrônico, a Rakuten. Após o aporte conquistado, Juan decidiu investir em um novo mercado: o México, atuando em seis cidades.  Apesar de ter deixado o Brasil devido à diminuição das corridas, situação causada pela pandemia da COVID-19, a Cabify está presente em diversos locais do mundo. A principal busca da companhia está ligada diretamente à satisfação dos clientes, tanto é que possui quase 2 mil funcionários ao redor do mundo. Experiência do cliente Para tentar se diferenciar da concorrência, apesar de oferecer serviço semelhante, a Cabify cobra exclusivamente pela distância percorrida pelo motorista e não no tempo da corrida, o que normalmente é feito por aplicativos com a mesma finalidade.  Além do critério citado acima, os motoristas passam por testes toxicológicos, de direção, entre outros. O objetivo é simples: oferecer uma experiência formidável aos clientes, que são levados por motoristas vestidos com roupas profissionais.    Fontes https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2021/04/23/cabify-anuncia-fim-das-operacoes-no-brasil.htm https://vidacigana.com/como-funciona-cabify/ https://machine.global/o-que-tem-em-comum-na-historia-dos-principais-aplicativos-de-transporte/ https://mundodasmarcas.blogspot.com/2018/09/cabify.html  
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Quem é Steve Wozniak?
Engenhoso, promissor e curioso, Steve Wozniak é cofundador da Apple e uma das grandes mentes por trás de um dos primeiros computadores pessoais do mundo, o Apple I. Toda trajetória rendeu ao norte-americano o título de engenheiro eletrônico mais rico do mundo, com fortuna que gira em torno de US$100 milhões.  Steve Wozniak, ou simplesmente Woz, nasceu e cresceu na Califórnia. Por lá, sofreu influência do pai, que era engenheiro. Na infância criou rádios e antenas com peças fornecidas pelo patriarca, atividade que viria a ser constante.  Talentoso e dedicado, Woz aprendeu a programar sem um computador, passando centenas de horas com livros do tema e papéis para rascunho. Para se tornar engenheiro eletrônico foi para a Universidade do Colorado, de onde foi expulso após hackear sistemas para passar trotes.  Do Colorado foi à Califórnia, onde desenvolveu seu primeiro computador junto ao amigo Bill Fernandez, futuro funcionário da Apple, em junho de 1971.  Steve Wozniak e Steve Jobs O talento e a criatividade para trotes foram convertidos à dedicação profissional, quando Woz conseguiu um emprego na HP, ainda antes de se formar. Lá, desenvolveu uma série de ferramentas, como calculadoras científicas. Mais importante que isso, foi apresentado a um jovem engenhoso e genial: Steve Jobs.  Juntos, os dois desenvolveram dispositivos para fazer ligações, projeto que não foi para frente. No entanto, em 1975, Woz e Jobs começaram a desenvolver o que viria a ser o Apple I.  Convencidos de que valia a pena arriscar, venderam o que tinham para investir na ermpreitada. Jobs se livrou do carro, enquanto Woz colocou a calculadora em oferta. Juntaram US$1.300 e começaram na garagem da família Jobs o que se tornaria uma das empresas mais valiosas de todos os tempos.  Woz e Jobs venderam 50 Apple I a uma loja e ganharam fama, o que atraiu aportes e fez ambos dedicarem o tempo totalmente à empresa da maçã. Em 1977, lançaram o Apple II, com um dos recursos mais utilizados e importantes no mundo até hoje: planilhas.  Três anos depois, em 1980, Wozniak finalmente se tornaria milionário após a abertura de capital da Apple.  Steve Wozniak e a saída da Apple Steve Wozniak sofreu um acidente em meio ao desenvolvimento do Macintosh, o que o fez sair da empresa após uma série de sequelas, como a perda de memória.  Anos depois retornou à companhia para um cargo de inovação, mas logo foi escanteado para desempenhar funções das quais não gostava. A atitude foi tomada pelo comando da Apple após brigas de Woz com engenheiros e desenvolvedores.   Steve Wozniak e o empreendedorismo Amante da cultura pop, empreendedor nato e ávido por criar algo que faça a diferença na vida das pessoas, Woz foi o responsável por criar o primeiro controle remoto universal do mundo, fundar uma empresa focada em tecnologia GPS e participar da criação da Comic Con do Vale do Silício, entre outras empreitadas.   Além disso, se dedicou a inúmeras iniciativas ligadas à tecnologia, educação e filantropia como um todo, investindo em ONGs, projetos educacionais e festivais de música. Entre as criações mais relevantes de Woz estão uma plataforma de educação à distância, além da Tech Museum e a Silicon Valley Ballet.     Fontes https://www.suno.com.br/tudo-sobre/steve-wozniak/ https://canaltech.com.br/celebridade/steve-wozniak/ https://investidorsardinha.r7.com/biografias/steve-wozniak-quem-e-biografia/ https://www.infomoney.com.br/perfil/steve-wozniak/  
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Quem é Guga Mafra?
Guga Mafra, do podcast Gugacast, é uma das maiores referências do gênero no Brasil. Responsável pela criação da produtora Amazing Pixel, o publicitário construiu carreira sólida em meio a inúmeras inovações.  Natural de Brasília, Guga sempre foi fã de rádio. Amava ouvir entrevistas e os apresentadores conversando com o público. Uma das principais características que o fizeram curtir o formato era a possibilidade de fazer outras atividades enquanto escutava. De repente, essa paixão se tornaria um negócio.  Formado em Publicidade e Propaganda na Universidade Anhembi Morumbi em 2002, Guga terminou a graduação em um momento em que a internet estava se desenvolvendo. Logo ele veria na web uma oportunidade imperdível.  Quando surgiu para o mundo dos negócios, Mafra era redator publicitário em uma agência. Enquanto trabalhava em suas atividades, foi chamado pela empresa FTPI para desenvolver um plano de negócios focado no mundo digital. Antes, a companhia atuava apenas em meios convencionais, como a TV, jornais e rádios.   Em algum tempo saltou de freelancer a gerente de marketing e Guga, com toda sua capacidade, se tornou sócio da empresa. Para chegar ao sucesso, o publicitário adotou processos simples e otimizados, cruzando os setores comercial e de criação de forma inteligente. Pouco depois, seria a hora de dar alguns passos com as próprias pernas. Guga Mafra e a Amazing Pixel Parcerias de sucesso podem alavancar pessoas talentosas e mostrar ao mundo que o céu é o limite. Desta forma, Guga Mafra conheceu Alexandre Ottoni e Deive Pazos, do Jovem Nerd, que o ajudaram a criar a Amazing Pixel, empresa de produção de vídeos para o YouTube, em 2013.  Com a Amazing, Mafra tornou canais mais rentáveis, atraiu mais inscritos e produziu conteúdos extremamente relevantes. Um dos maiores exemplos foi o programa Nerdologia, que mistura temas da cultura geek com ciência, veiculado no Jovem Nerd.  Cinco anos após sua criação, a Amazing Pixel foi comprada por uma empresa do mesmo setor, o que fez Guga deixar a cadeira de CEO para se tornar um consultor. Sob seu comando, a empresa liderou produções dos canais Nostalgia, Jacaré Banguela, entre outros.  Guga Mafra e o Gugacast Guga Mafra tinha sonhos quando jovem. Desejava trabalhar no rádio, especialmente como repórter, além de ter uma coluna em uma revista de música. Ele não atingiu exatamente esses desejos, mas uniu os dois no que sabe fazer de melhor: podcasts.  Em 2016, criou o Gugacast, programa de formato talk show que reúne mais de 60 mil ouvintes por episódio desde o lançamento. Com muita descontração, risadas e informação, Guga criou a própria iniciativa após fazer participação na leitura de e-mails de outro podcast.  Com a contação de histórias como principal trunfo, o Gugacast atraiu diversos convidados e originou o Gugacast Letra & Música, que uniu as duas paixões do publicitário: o poder do rádio em gerar conteúdo e a música.  De lá para cá, Guga já recebeu diversos convidados da música brasileira para dissecar letras de canções famosas para fazer o público rir e se surpreender.  Durante entrevista a um portal de notícias, Guga chegou a falar sobre a evolução da tecnologia e a influência de novas descobertas no processo de produção de conteúdo, algo que ele comemora. O podcast, seu principal negócio, vem evoluindo cada vez mais com o desenvolvimento de plataformas e atualizações constantes de formato e recursos.    Fontes https://www.suno.com.br/tudo-sobre/guga-mafra/ https://revistagalileu.globo.com/Revista/noticia/2013/12/gustavo-mafra.html https://blogs.correiobraziliense.com.br/proximocapitulo/brasiliense-guga-mafra-gugacast-podcast/  
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Quem é Jorge Gerdau?
Membro de família tradicional nos negócios, Jorge Gerdau é uma das figuras mais influentes do cenário empresarial brasileiro. No comando da produtora de aço Gerdau, alavancou a empresa ao posto de uma das mais importantes siderúrgicas do planeta. Neto de João Gerdau, fundador da companhia, Jorge foi responsável por tornar o nome da família ainda mais rico e influente. Nascido no Rio de Janeiro, aprendeu desde jovem a valorizar o trabalho e a respeitar processos. Aos 14 anos, no início dos anos 50, já cuidava das máquinas de pregos e fazia notas fiscais para facilitar a vida de outros integrantes do escritório. Se formou como Técnico de Contabilidade e Advogado. Logo na década de 60 deu os primeiros passos como empresário, após adquirir e integrar empresas do setor ao Grupo Gerdau.  Jorge Gerdau e a Gerdau Ativo nas decisões devido à sua inteligência e perspicácia, Jorge se tornou membro do conselho da empresa, decisão que se provaria acertada anos depois, em 1983, quando ele assumiria a presidência do grupo, cargo que ocupou até 2006.  Imponente, Jorge sempre buscou eficiência e qualidade em tudo que fez. Para o sucesso da empresa, apostou na excelência dos processos, reduzindo o desperdício e aumentando a produtividade de forma considerável.  Tema ainda pouco discutido na época, Jorge Gerdau implementou na empresa algo semelhante ao que chamamos hoje de ‘Sucesso do Cliente’, por meio da aproximação com clientes, elevação no nível de atendimento e dos produtos oferecidos. Sem parar de inovar, o mandatário investiu na venda de aço pela internet, logo no início dos anos 2000.  Inovação Gerdau Incentivador nato da inovação e otimização de processos, Jorge Gerdau é do tipo de empreendedor que não descansa enquanto não encontra uma solução para os problemas da sociedade.  Tamanha credibilidade rendeu a ele a participação em governos, além de outros cargos e nomeações, como: o de presidente do Conselho Superior do MBC - Movimento Brasil Competitivo, presidente emérito do Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade e membro das Academias Internacional e Brasileira da Qualidade.  Além dos movimentos citados acima, Gerdau também se envolveu positivamente com iniciativas socioculturais, presidindo o Conselho da Fundação Iberê Camargo e o Conselho Consultivo da Junior Achievement Brasil. Para completar a carreira de sucesso, é  integrante do Conselho da Parceiros Voluntários e do Conselho de Fundadores do movimento Todos pela Educação, cuja iniciativa ocupou a cadeira mais importante durante 10 anos. Comando da Gerdau Durante os 120 anos de história da Gerdau, apenas recentemente o bastão foi passado a uma pessoa que não carrega o sobrenome. Assumida pelo executivo Gustavo Werneck em 2018, a companhia deseja cada vez mais focar em inovação, tanto é que a sede mudou de Porto Alegre para São Paulo.  Para se credenciar ao posto de CEO, antes ocupado por Jorge Gerdau e posteriormente André Gerdau, Werneck conquistou mercados estratégicos e a aprovação da família centenária.  Fontes https://www.suno.com.br/tudo-sobre/jorge-gerdau/ https://i4lp.com/sobre/jorge-gerdau/ https://pioneiros.fea.usp.br/gerdau-johannpeter/ https://blog.asaas.com/perfil-empreendedor-jorge-gerdau/ https://www.istoedinheiro.com.br/um-novo-sobrenome-a-frente-da-gerdau/  
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