Aprenderdorismo

Empreender é uma arte

Aprenda a Empreender

Empreender não é necessariamente abrir empresas e ficar rico. 
A jornada empreendedora pode ser usada na criação de negócios bem ou malsucedidos. 
Nosso objetivo é falar um pouco sobre a amplitude do empreendedorismo e suas características. 
É possível sim aprender a empreender com sucesso.
Quem é Jeff Bezos?
Jeff Bezos, CEO e criador da Amazon, é a pessoa mais rica do mundo. Com fortuna estimada em US$ 188,4 bilhões, o empresário de 57 anos é uma referência para quem deseja empreender e atingir o sucesso. Ano após ano ele supera números e é impulsionado pelo consumo de milhões de pessoas ao redor do mundo. O empresário nasceu em Albuquerque, Novo México, nos Estados Unidos. Quando criança, montava equipamentos elétricos na garagem de casa e até trabalhou no Mc Donalds, mas foi aos 22 que se formou em ciência da computação e engenharia elétrica pela Universidade de Princeton. O talento de Bezos atraiu a atenção de empresas da telecomunicação e do mercado financeiro, mas decidiu trabalhar em uma startup. Foi chefe de desenvolvimento, onde dirigiu e controlou processos de relacionamento com o cliente. Pouco depois, atuou na área financeira de Wall Street e se tornou gerente de uma empresa por onde ficaria por dois anos. Após este momento, entrou em um fundo de investimentos de uma companhia da qual seria vice-presidente aos 30 anos. A Amazon Mesmo com a posição consolidada de vice-presidente, Bezos largou tudo para criar a própria empresa. Se mudou para Seattle e criou na própria garagem a Amazon, sua loja online de livros, em 1994. A iniciativa foi tomada após descobrir que o uso da internet aumentava cerca de 2.300% por ano. O nome da empresa, inclusive, foi motivado pela posição de destaque da letra A nos motores de busca, ainda pré-Google, além de remeter ao Rio Amazonas, algo considerado por Bezos como ‘exótico’.  Com investimentos iniciais de US$ 300 mil, a empresa cresceu de forma assustadora. Em 1995, foram enviadas encomendas para todos os estados dos EUA, além de encomendas para 45 países ao redor do planeta. No ano de 1998, a empresa apostou na venda de CDs e filmes, além de atrair parceiros para venderem usando o sistema Amazon. Em 1999, por exemplo, as vendas da empresa superaram US$ 1,6 bilhão.  Revolução Mais do que uma empresa de produtos, a Amazon pode ser caracterizada por ser uma gigante da tecnologia. Pensando nisso, Bezos lançou em 2007 o Kindle, dispositivo que revolucionaria a forma e volume de consumo de livros ao redor do mundo. Com um dispositivo pequeno e leve, os consumidores poderiam carregar milhares de títulos na palma de suas mãos.  Além do Kindle, a Amazon também seria responsável por lançar o Prime Video, Amazon Music, além da Alexa, dispositivo de inteligência artificial que automatiza processos e tem como objetivo facilitar a vida e a comunicação do usuário com a tecnologia.  Números e crescimento Com tanto potencial e vontade de fazer a diferença na vida dos usuários Amazon, Bezos arrematou diversas empresas ao longo de sua trajetória, como: a IMDb, Twitch e Whole Foods, superando US$ 1 trilhão de valor de mercado. Se tornou também acionista de gigantes, como: Uber, Twitter, Airbnb, entre outras.  Para marcar ainda mais a subida da empresa, no ano de 2013 que Bezos faria uma aquisição surpreendente: a do jornal The Washington Post, por cerca de US$ 250 milhões. Em três anos, o negócio saiu do vermelho e dobrou o número de acessos apostando no mundo digital e tecnológico ao invés do tradicional jornal impresso.   Em 2019, a empresa faturou R$280,5 bilhões, sendo responsável por mais de 800 mil funcionários, além de representar praticamente 50% das vendas online nos Estados Unidos. No ano de 2020, em plena pandemia da COVID-19, Bezos aumentou seu patrimônio em US$ 56,7 bilhões devido ao aumento exacerbado de compras online. Convertendo em reais, Bezos faturou, de acordo com reportagem do UOL R$ 50,9 bilhões por mês  R$ 1,7 bilhão por dia  R$ 70,8 milhões por hora  R$ 1,2 milhão por minuto  R$ 20 mil por segundo Tamanho crescimento fez Bezos investir na corrida espacial, ao criar a Blue Origin, empresa que tem objetivo de futuramente pousar na Lua. A primeira missão de teste foi definida para acontecer em 2024 para, posteriormente, pensar em levar turistas e astronautas.  Jeff Bezos e as contradições A fama de ser incisivo e direto - até demais - afetaram a imagem de Bezos ao longo dos anos. Responsável por definir punições a fornecedores, o CEO já foi criticado inúmeras vezes por não se interessar por filantropia e por oferecer condições de trabalho pouco vantajosas, o que rendeu até o apelido de ‘Pior Chefe do Mundo’.  Bezos tem um foco principal para melhorar as empresas: investir em contratações que elevem o nível da companhia. Além disso, acredita que os clientes são o grande trunfo da Amazon, que deve cuidar e atender os pedidos com precisão e respostas que solucionem problemas. Tanto é que, se você quiser, pode enviar um e-mail direto para o CEO, utilizando o e-mail jeff@amazon.com Para conhecer mais Quer saber mais sobre o bilionário Jeff Bezos? Você pode encontrá-lo no Instagram, além de livros sobre sua trajetória de sucesso, que são: Inventar & Criar (Jeff Bezos) As Cartas de Bezos - 14 princípios para crescer como a Amazon (Steve Anderson) A Loja de Tudo: Jeff Bezos e a Era da Amazon (Brad Stone) Jeff Bezos: Amazon.com Architect (Tom Robinson) Fontes https://www.infomoney.com.br/perfil/jeff-bezos/ https://www.suno.com.br/tudo-sobre/jeff-bezos/ https://canaltech.com.br/celebridade/jeff-bezos/ https://www.ebiografia.com/jeff_bezos/ https://www1.folha.uol.com.br/webstories/entretenimento/2020/07/quem-e-jeff-bezos/ https://exame.com/negocios/15-fatos-sobre-jeff-bezos-bilionario-mais-rico-da-historia/ https://economia.uol.com.br/faq/jeff-bezos-amazon-mais-rico-do-mundo.htm  
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Quem é Marcel Telles?
Marcel Telles é protagonista de uma história inspiradora, forte e bem-sucedida. Hoje, é ex-CEO da Ambev e sócio de um dos fundos mais importantes do país: o Grupo 3G. Com fortuna avaliada em US$ 11,5 bilhões, Telles é um exemplo a ser seguido.  Nascido no Rio de Janeiro, o jovem Marcel Telles praticava pesca submarina, cursou economia na Universidade Federal do Rio de Janeiro e iniciou carreira no mercado financeiro conferindo boletos durante as madrugadas.  Em 1972, entrou na corretora Garantia, de Jorge Paulo Lemann, onde construiria o início de sua jornada de sucesso junto a outro amigo, Beto Sicupira. Começou como office boy, mas logo após foi transferido para área técnica. Por lá aprendeu o que precisava sobre operações simples, além de conseguir apresentar o talento que tinha para a coisa.  Em menos de dois anos se tornou sócio da Garantia. Em 1989, chegou como diretor à Brahma, quando a corretora comprou a empresa. Cortou fundo de previdência, enxugou despesas de estacionamentos, restaurantes, funcionários exclusivos de diretores e até banheiros. Telles também demitiu 2.500 pessoas, além de estipular redução de despesas no valor de US$ 50 milhões na época.  Orçamento Base Zero Como características principais de seus trabalhos ao longo dos anos, Telles estipulou metas, cortou custos e apostou em ações efetivas para atingir resultados. Para controle de tais números, Telles adotou revisão anual de todas despesas da companhia e as medidas acima. O pacote completo foi batizado de ‘Orçamento Base Zero’, que mesmo sendo radical, trouxe prosperidade à Brahma, que em algum tempo comprou a Antarctica e criou a Ambev, em 1999, uma das maiores fabricantes de cerveja do mundo.  3G Capital e os amigos Junto a Lemann e Sicupira, Telles fundou a 3G, empresa que comprou redes de restaurantes como o Burger King, Tim Hortons e Popeyes, além da Heinz, em parceria com Warren Buffett.  Durante a jornada junto aos amigos sob o objetivo de impulsionar a Ambev, fez a compra da belga produtora de cerveja Interbrew, originando a InBev, e a compra da Anheuser-Busch, responsável pela Budweiser, a cerveja mais vendida nos Estados Unidos. Tal negociação tornaria a AB InBev a maior empresa cervejeira do mundo.  Com os amigos, Telles compartilhou o amor pela prática de pesca submarina, além da valorização de valores como a simplicidade, o desejo de evitar receber atenção e a desvalorização da hierarquia, desde que cada pessoa possuísse autonomia.  De acordo com o próprio Marcel Telles, a sociedade funcionou porque cada um tinha características e habilidades distintas, mas a mesma crença em objetivos. Em trecho de entrevista para a Endeavor, Teles cita que “O maior segredo, talvez, tenha sido sempre ter tido muita coisa grande para fazer.” Para resumir o desejo e a função de empreendedor, Telles reflete sobre o próprio trio formado junto a Lemann e Sicupira. “Quando o sonho é grande, há espaço para todo mundo. O mais importante é que sempre corremos atrás e sempre demos sorte de encontrar coisas grandes para nos manter ocupados e crescer. Cabeça vazia é o templo do diabo. Às vezes, você tem a tentação de estar fora da sociedade ou achar que dá para fazer coisas sozinho, e dá.” Filantropia Parte da vida de Sicupira e Lemann, a filantropia também foi adotada por Teles, que fundou a Ismart, organização responsável por encontrar jovens de 12 a 15 anos de escolas públicas para cursar os anos do Ensino Médio em colégios particulares e oferecer condições de desenvolvimento para talentos.  Fontes https://www.infomoney.com.br/perfil/marcel-herrmann-telles/ https://www.seudinheiro.com/2019/sem-categoria/marcel-telles-bilionario/ https://endeavor.org.br/historia-de-empreendedores/grandes-lideres/marcel-telles/ https://www.suno.com.br/tudo-sobre/marcel-herrmann-telles/  
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Quem é Carlos Alberto Sicupira?
Carlos Alberto da Veiga Sicupira - ou apenas Beto Sicupira - é um dos administradores e empresários mais bem-sucedidos da história do Brasil. Nascido no Rio de Janeiro, foi responsável pela criação de uma das empresas mais relevantes do mundo: a Ambev. De acordo com a Forbes (2020), sua fortuna é de US$ 8,5 bilhões.  O jovem que marcaria futuramente posição como um bilionário influente, inteligente e ousado, cresceu com o sonho de entrar para a Marinha.  Filho de um funcionário público e uma dona de casa, atingiu recordes mundiais de pesca submarina, trabalhou como negociador de carros usados e revendedor de calças jeans que importava dos EUA.  Aos 17 anos foi emancipado porque desejava adquirir uma corretora de valores, o que fez ao entrar na UFRJ no curso de administração de empresas. Foi Funcionário Público, passou por diversos lugares ligados ao processamento de informações, comercialização, importação e exportação, como o Porto do Rio de Janeiro, por exemplo.  As experiências serviram para ele desistir de ser funcionário. Logo aos 20 anos adquiriu a segunda corretora de valores.  Beto Sicupira e Lemann Os dois, que se tornariam amigos por toda a vida, se conheceram em 1969, mas só em 1973 iniciaram a parceria com a entrada de Sicupira no Banco Garantia. Com base em trabalho conjunto, transparente e informalidade, Beto desenvolveria trabalhos incríveis e longevos junto a Jorge Paulo Lemann e Marcel Telles, seus parceiros para a vida toda.  Cada um tinha suas características, sendo as mais marcantes de Beto a seriedade ‘militar’ e a vontade por resultados. Tal desejo motivou a compra das Lojas Americanas, em 1982, e um duro choque de gestão dado por Beto aos funcionários e membros do Conselho de Administração. Lema que seria sua marca registrada por toda a vida, Beto cortaria funcionários, despesas e benefícios.  Em pouco tempo de sucesso e prosperidade, ele e Lemann foram convidados pelo fundador do Walmart para conhecer a gigante norte-americana. Lá, aprenderiam estratégias de análise de concorrência, motivação de funcionários e trariam o Walmart ao Brasil, mas a parceria não duraria muito.  Negócios Beto notou que as Lojas Americanas tinham diversos pontos de vendas que não prosperavam, por isso decidiu investir em uma empresa que controlasse os imóveis da varejista. A decisão se provou acertada, já que atualmente o portfólio tem valor de mais de R$ 3,5 bilhões.  Em 1989, o Banco Garantia adquiriu a Brahma. Quatro anos depois, criou a GP Investimentos, que investiria mais de US$ 5 bilhões ao longo de sua história.  Nova criação Em 2004, Sicupira, Lemann e Telles fundaram o 3G. O grupo foi usado para impulsionar a Ambev, com a compra da belga produtora de cerveja Interbrew, originando a InBev, e a compra da responsável pela Budweiser, a cerveja mais vendida nos Estados Unidos, tornando a InBev a maior empresa cervejeira do mundo.  Anos depois, a 3G adquiriu gigantes empresas da alimentação e criou a Restaurant Brands International, para gerir o Burger King, a cafeteria Tim Hortons. Em 2013, o 3G comprou a Heinz a partir de uma parceria com Warren Buffett e, em 2017, a rede de fast food Popeyes.  Endeavor e Filantropia O ano de 2000 marcou uma mudança significativa no mercado empreendedor brasileiro. Beto Sucupira foi responsável por trazer para o Brasil a Endeavor, entidade sem fins lucrativos que busca incentivar e promover o empreendedorismo. É uma das instituições mais respeitadas do Brasil e do mundo, responsável por produzir e motivar a disseminação de conhecimento.  Já pelo lado da filantropia, Beto criou a Fundação Brava, ONG que oferece suporte a projetos de gestão no setor público, o qual ele conheceu após trabalhar durante meses como servidor.     Fontes https://www.iq.com.br/financas-pessoais/artigos/quem-e-carlos-alberto-sicupira https://www.suno.com.br/tudo-sobre/carlos-alberto-sicupira/ http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,ERT102581-16642,00.html https://www.euqueroinvestir.com/marcel-telles-beto-sicupira-como-ficaram-bilionarios/ https://www.seudinheiro.com/2019/ambev/beto-sicupira-bilionario/ https://www.infomoney.com.br/perfil/carlos-alberto-sicupira/  
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Quem é Rony Meisler?
Rony Meisler é cofundador e CEO da Reserva, uma das mais conhecidas marcas de moda do Brasil. Natural do Rio de Janeiro, o jovem iniciou a carreira empreendedora aos 12 anos, com uma banca de venda de livros e gibi. Aos 19, lançou um site focado na troca de produtos entre consumidores. Mas foi aos 24 anos que sua vida mudaria após ver alguns rapazes usando todos a mesma bermuda.   Despretensiosamente se uniu ao amigo Fernando Sigal, com quem desenhou uma bermuda de praia com uma foto em 360 graus da praia de Ipanema. Com uma ideia simples e direta como essa, no ano de 2006, nascia a Reserva.  Com criatividade, ousadia e muito trabalho a marca cresceu de uma loja de 30 metros quadrados para se tornar uma empresa premiada e reconhecida mundialmente.  A Reserva Com o espírito livre, descontraído e ousado do típico carioca, a marca - que é judaica -, cresceu com o ideal de vender estilo de vida, e não roupas. Ao longo da trajetória, fez muito marketing, posicionamento e testou a aceitação de peças que variaram das mais simples às mais complexas. Atraiu figuras como o apresentador Luciano Huck, que se tornou sócio e figura utilizada constantemente nas peças publicitárias da marca.  A preocupação constante de Rony em utilizar a credibilidade para transformar as pessoas motivou a Reserva, ao longo dos anos, a lançar campanhas com base em temas sociais, como: preconceito, inclusão, fome, desigualdade e racismo.  O sucesso da Reserva é traduzido por números: mais de 2 mil funcionários, 78 lojas próprias, 32 franquias e 1.500 multimarcas, além do lançamento de marcas como a Reserva Mini, a feminina Eva, a masculina Oficina e a consciente Ahlma.cc. Em 2019, o Grupo Reserva faturou R$ 400 milhões. Em 2020, a gigante Arezzo firmou acordo de sociedade com a Reserva, em uma negociação de R$715 milhões.  Aprendizado Como sabemos, nem tudo na vida sai como esperado. Em uma campanha de Carnaval, a equipe subiu ao site por engano uma foto de criança vestindo uma peça adulta, o que gerou inúmeras críticas na época. A camiseta fazia parte de parceria com Luciano Huck, a Use Huck, que disponibilizava cerca de 300 estampas por mês e fixava artes no site em camisetas lisas conforme as vendas.  O projeto foi descontinuado, mas gerou uma nova oportunidade: a criação de um espaço na empresa para marcas de conteúdo que desejam produzir camisetas utilizando as peças lisas da Reserva.    Função social e reconhecimento Como desejo do empreendedor de ajudar a sociedade e fazer a diferença, surgiram projetos como o Reserva Rebeldes com Causa e o 1P5P, projeto social que viabilizou a doação de mais de 8 milhões de refeições.  O êxito nas ações renderam a Rony Meisler o prêmio Gentleman of the Year, oferecido pela instituição Fashion 4 Development, além de ser considerado o brasileiro do ano na Retail’s Big Show, evento do mercado de varejo mundial. Exemplo de empreendedor Atualmente Rony é palestrante, mentor e mantém em seu Instagram diversas dicas de empreendedorismo, negócios, vida e tecnologia, além de presidir o movimento Capitalismo Consciente no Brasil, fazer parte do Instituto para Desenvolvimento do Varejo e do Conselho Consultivo da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção.  Rony Meisler é autor do livro "Rebeldes Têm Asas", onde conta a história de sucesso da marca que revolucionou práticas do mercado da moda e oferece uma série de dicas para quem deseja transformar sonhos em negócios. Alguns dos principais pontos encontrados na obra são:
  • Transformar crises em oportunidades;
  • Ser uma empresa consciente e movida por um propósito maior que o financeiro;
  • Não entender nada de um determinado mercado pode ser uma ótima vantagem competitiva;
  • Pensar e agir como uma startup em todo e qualquer negócio.
  Fontes https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/arezzo-reserva-mantem-dinheiro/ https://www.dmtpalestras.com.br/palestrante/rony-meisler/ https://www.instagram.com/rony/?hl=pt-br https://exame.com/casual/rony-meisler-o-marrento-que-vendeu-o-estilo-de-vida-do-rj-para-a-arezzo/ http://revista.usereserva.com/author/rony-meisler/ https://online.pucrs.br/professores/rony-meisler https://sextante.com.br/autores/rony-meisler/ https://www.startse.com/noticia/empreendedores/rony-meisler-acertos-erros-reserva  
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Quem é José Roberto Marques?
José Roberto Marques é um famoso Coach, empresário, palestrante e escritor brasileiro. Fundador e Presidente do IBC, Instituto Brasileiro de Coaching, é responsável por formar, orientar e ajudar pessoas a se desenvolverem por meio de uma série de técnicas de coaching.  Criador da metodologia Self Coaching, que tem como objetivo treinar as pessoas por meio de conceitos ligados à alma, respeito, humanidade, carinho e respeito às particularidades, Marques já foi responsável por treinar milhares de pessoas ao redor do Brasil e em mais de 25 países pelo mundo.  Ao longo dos 30 anos de experiência, José Roberto Marques já formou mais de 50 mil coaches, já treinou mais de 1 milhão de pessoas, além de acumular mais de 10 mil horas de processos de coaching individual e ter em seu currículo mais de 30 mil horas ministrando treinamentos e palestras.  Com uma jornada de números tão impressionantes, Marques mantém equipe com mais de 250 colaboradores, além de mais de 40 livros publicados e 2 milhões de seguidores no Instagram. Tamanha credibilidade e resultados fizeram o Coach chegar a diversas empresas referência em seus respectivos setores, tais como: Honda, Caixa, Avon, Magazine Luiza, entre outras. Por meio de técnicas de aprimoramento e aprendizado tanto técnico quanto comportamental, o Coach oferece uma série de caminhos.  Seja para melhorar a gestão ou resultados de uma empresa, desenvolver habilidades técnicas, emocionais e comportamentais, um dos objetivos de Marques é preparar pessoas e empresas para as exigências do mercado. Todos os resultados e atendimentos de José Roberto Marques renderam a ele inúmeras reportagens nos mais diversos canais de comunicação do país, além de uma posição como conselheiro do reality show O Aprendiz.  Self Coaching A metodologia criada por José Roberto Marques é exclusiva e oferece base ao curso mais completo e diferenciado do Brasil e do mundo, o Professional & Self Coaching (PSC). Com o objetivo de oferecer uma experiência sem igual aos mentorados, Marques deseja sempre formar e desenvolver as habilidades e competências para tornar cada pessoa o melhor e mais completo coach. As técnicas e ensinamentos renderam, inclusive, uma parceria com a Universidade de Ohio, nos Estados Unidos. As informações são do site de José Roberto.   Diversas opções Além do Self Coaching, o empresário e Coach desenvolveu uma série de formações relacionadas a temas como: ambiente corporativo, liderança para gestores e líderes, Neurocoaching, Psicologia Positiva, Coaching Ericksoniano e também uma formação única para quem já é Coach e deseja se tornar Master Coach.  Ensinamentos A extensa bagagem, aliada à vontade de fazer diferença na vida das pessoas, motivou José Roberto Marques a fundar a Editora IBC, que propaga conteúdos relacionados ao Coaching. Tanto conhecimento acumulado foi traduzido em mais de 50 obras, dentre elas está o livro “Desperte seu Poder”, 1ª posição na lista de mais vendidos do jornal Folha de S. Paulo.  Algumas delas são:  Coaching Positivo Roda da Vida Os 7 Níveis da Teoria do Processo Evolutivo Realizar - O Modo Coaching de Alcançar Objetivos Superinteligência - Neuroplasticidade e Aprendizagem Acelerativa Coaching de Carreira - Construindo Profissionais de Sucesso  Leader Coach - Coaching como Filosofia de Liderança Master Coaches - Técnicas e Relatos de Mestres de Coaching  (coautor) Poder do Coaching - Ferramentas, Foco e Resultados, onde também atuou como coordenador editorial. Fontes https://www.jrmcoaching.com.br/ https://www.instagram.com/joserobertomarques/?hl=pt-br https://www.jrmcoaching.com.br/sobre/ https://www.ibccoaching.com.br/portal/ibc-coaching/jose-roberto-marques-sera-conselheiro-roberto-justus-aprendiz/ https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/celebridades/coach-de-o-aprendiz-tem-r-1-milhao-em-bens-bloqueados-pela-justica-43984 https://momentumportugal.com/pt/oradores/jose-roberto-marques/  
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Quem é Luciano Hang?
O empresário Luciano Hang, o ‘Véio da Havan’, como é carinhosamente chamado, é dono da rede de Lojas Havan e uma das figuras públicas brasileiras de maior destaque, seja pelo sucesso nos negócios ou posicionamento político e uso das redes sociais. Nascido na cidade de Brusque, em Santa Catarina, Hang iniciou a carreira empreendedora quando criança, ao comprar balas e biscoitos em comércios e revender aos colegas de escola.  Ao longo da vida trabalhou como vendedor de tecidos, o que o motivou a abrir a própria loja do setor aos 24 anos, em 1986, junto ao amigo Vanderlei. Com a junção dos dois nomes, nascia a Havan e uma parceria que duraria cinco anos.  A Havan No ano de 1989, Hang conheceria os Estados Unidos. A partir deste momento, a paixão do empresário pelo país norte-americano seria construída e se tornaria um de seus maiores símbolos até hoje. A arquitetura de suas lojas imita a Casa Branca, residência oficial do presidente dos EUA, além de ter uma réplica da famosa Estátua da Liberdade na entrada dos estabelecimentos. A iniciativa, que começou em Santa Catarina, já se espalha por todo o Brasil.  De lá para cá, Hang construiu um império de mais de 150 lojas localizadas em 18 estados do Brasil, empregou 15 mil funcionários e reuniu mais de 100 mil produtos em seu portfólio. A empresa terminou 2020 com faturamento de R$10,5 bilhões.  Com fortuna estimada em US$ 2,7 bilhões, o empresário faz parte da lista de pessoas mais ricas do mundo divulgada pela Forbes em 2021. Recentemente, a Havan fechou acordo para ser a nova patrocinadora do Flamengo até o final de 2021, o que gerou mais uma polêmica e divergências entre a torcida e clube nas redes sociais.  Perfil polêmico Quem acompanha as notícias sobre o empresário, sabe que ele gosta de emitir opiniões polêmicas e estar em constante aparição na mídia. Ao fazer uma pesquisa rápida, é possível encontrar dezenas de notícias sobre discursos relacionados à política, seja defendendo ou atacando figuras públicas.  Apoiador do presidente Jair Messias Bolsonaro, com quem andou de moto sem capacete e máscara recentemente e foi alvo de críticas, Hang já foi até processado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva após ser acusado de pagar um avião para circular com uma faixa com os dizeres: “Lula cachaceiro devolve meu dinheiro.” Recentemente, Hang teve suas contas no Facebook e Twitter bloqueadas. O empresário é investigado pela Justiça por suposto envolvimento na disseminação de Fake News.  Redes sociais Muito por conta de seu perfil polêmico e apoio ao presidente, o empresário Luciano Hang acumula milhões de seguidores nas redes sociais. Atraindo pessoas com pensamentos semelhantes e que gostam da forma com que ele se comunica, os números impressionam. Só no Instagram são mais de 3,5 milhões de pessoas. Para acompanhar Hang nas outras mídias, basta clicar aqui.   Fontes https://www.euqueroinvestir.com/luciano-hang-bilionario/ https://piaui.folha.uol.com.br/materia/o-patriota-2/ https://valorinveste.globo.com/mercados/renda-variavel/empresas/noticia/2021/04/07/luciano-hang-dono-da-havan-perde-r-5-bilhoes-segundo-a-forbes.ghtml https://www.suno.com.br/tudo-sobre/luciano-hang/  
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Quem é Frederico Flores?
A posição de ex-executivo do Mercado Livre consolidou Frederico Flores como uma das principais referências do mundo dos negócios. Ao longo de dois anos, desempenhou a função de diretor de novos negócios, o que conferiu a ele uma série de conhecimentos sobre tecnologia, informação e vendas.  Ao longo de sua jornada, Flores trabalhou como vendedor do próprio Mercado Livre, além de ter vendido em seis anos duas empresas por mais de R$70 milhões, o que alavancou seu perfil e credibilidade ao topo. Uma delas, inclusive, comprada pelo próprio Mercado Livre, a Becommerce, por R$36,5 milhões.  Aproveitando a cultura do comércio eletrônico em pleno desenvolvimento no Brasil e a vontade de milhares de pessoas em ter o próprio negócio, o empreendedor Frederico Flores criou meios de espalhar conteúdo educacional por todos os cantos.  Scaleup Pensando no poder dessa transformação por meio do conhecimento, Frederico Flores abriu a Scaleup, a primeira escola de negócios 100% digital da América Latina, que logo no lançamento atraiu a atenção de mais de 44 mil pessoas e utiliza, entre outras, a estratégia de expor a jornada de diversos empreendedores na rede social para atrair a atenção e despertar o interesse do público.   Na plataforma de ensino, o aluno tem acesso a aulas ministradas por grandes nomes do empreendedorismo do Brasil por meio de roteiros cinematográficos e gravações em 4K. Sob o guarda-chuva do empreendedorismo, são oferecidos diversos temas divididos em módulos, como: finanças, administração, produto, tecnologia, vendas, marketing, gestão, operação, cultura e pessoas.  Para abrir a Scaleup, Frederico investiu inicialmente R$3 milhões, valor que ele espera triplicar até o final de 2021.  O Real Empreendedor O perfil do Instagram de Frederico Flores, ‘O Real Empreendedor’, conta com mais de 350 mil seguidores, que são impactados diariamente com conteúdos relacionados ao mundo do empreendedorismo, negócios e todos os fatores que envolvem esse universo, como: liderança, ideias, concorrência e afins.   Uma das principais ideias é informar, preparar e oferecer conhecimento às pessoas para que consigam resolver seus próprios problemas. Faz parte da rotina de Flores responder dezenas e até centenas de mensagens diárias com dúvidas. O perfil é uma referência tanto para quem deseja começar do zero quanto para quem está travado e com problemas. Caso você pense em consumir mais conteúdos de Frederico Flores, acompanhe o empreendedor também no YouTube Em 2016, Flores foi escolhido como empreendedor Endeavor em 2016 em parceria com o JP Morgan. Já em 2020, foi um dos vencedores do prêmio “Empreendedor do Ano” na categoria e-commerce pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABCOMM).    Fontes https://culturaenegocios.com.br/frederico-flores-conheca-o-famoso-influenciador-e-especialista-em-comercio-eletronico-que-faz-sucesso-redes-sociais/ https://egobrazil.com.br/referencia-nacional-conheca-o-famoso-influenciador-frederico-flores/ https://www.dci.com.br/tecnologia-e-games/executivo-mercado-livre-escola-negocios/121030/ https://folhadirigida.com.br/mais/noticias/empreendedorismo/empreender-no-instagram-5-perfis-que-podem-dar-um-up-nos-negocios https://www.instagram.com/orealempreendedor/?hl=pt-br https://exame.com/pme/ex-executivo-do-mercado-livre-cria-escola-para-empreendedores-da-vida-real/  
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Quem é Romero Rodrigues?
Romero Rodrigues, fundador do Buscapé, é um dos grandes exemplos de empreendedorismo do Brasil, principalmente quando falamos de internet. Apesar de ter vendido a companhia em 2009 por US$ 342 milhões, a empresa se tornou um exemplo a ser seguido. Criado em 1999 com o objetivo de comparar preços em uma época em que os lojistas se recusavam a informar o valor dos produtos, o Buscapé revolucionou a maneira de comprar dos brasileiros. A ferramenta, criada por Romero enquanto estudante de engenharia da USP junto a alguns colegas, era uma inovação que renderia a fama de ‘maluco’ a cada um deles, tendo em vista que a internet ainda não era popular ao redor do país.  Com três computadores e a companhia dos amigos Rodrigo Borges, Ronaldo Takahasi e Mario Letelier, Rodrigues investiria a quantia de R$ 4,8 mil reais nos equipamentos e em uma pequena sala. Fruto da dificuldade de Borges em encontrar informações sobre uma impressora na internet, nasceu o Buscapé, basicamente um software de compilação e comparação de dados. É interessante perceber que, na época, as pessoas mal tinham e-mail.  O sucesso do Buscapé Na época, a infraestrutura de hospedagem, velocidade de conexão e até os hábitos de consumo eram diferentes dos observados atualmente. Mesmo assim, o início da operação do site foi feito com a parceria de 35 lojas e 35 mil produtos cadastrados, o que logo no primeiro ano conquistaria o primeiro investidor.  Em 2000, impactou a Merrill Lynch e Unibanco, que investiram US$ 3 milhões. Ano após ano os amigos conquistaram a confiança de grandes varejistas, atraindo um fundo norte-americano no ano de 2005, negociação que tornaria o Buscapé o maior site de varejo e pesquisa de preços da América Latina. Com os investimentos e faturamentos cada vez mais altos, o Buscapé chegou ao exterior ao abrir escritórios no México, Chile, Argentina e Colômbia. O sucesso despertou a atenção do conglomerado de mídia sul-africano chamado Naspers, que comprou 91% da empresa por US$ 342 milhões.  Mesmo com a venda, Romero Rodrigues permaneceu como CEO até 2015, saindo após conflitos sobre o futuro da companhia, que estava ligado à reorganização mundial da Naspers.  É fato que o Buscapé revolucionou o mercado de varejo online e parte da estratégia de consumo dos brasileiros, tornando cada vez mais comum ao longo dos anos a comparação de preços e de condições de compra.  Fora do Buscapé A venda da empresa motivou Romero Rodrigues a respirar novos ares. Com esse objetivo em mente, tornou-se sócio do fundo de investimento Redpoint Eventures, sob a missão de encontrar startups para investir. A gestora possui cerca de R$1,2 bilhão investidos.  Rodrigues mantém atualmente um blog, onde traz uma série de conteúdos relacionados ao mundo dos negócios, além de uma conta no Twitter e outra no Instagram.   Fontes https://www.infomoney.com.br/negocios/da-criacao-do-buscape-ao-fundo-bilionario-conheca-a-trajetoria-completa-de-romero-rodrigues/ https://www.ibccoaching.com.br/portal/conheca-historia-de-romero-rodrigues-dono-do-imperio-de-sucesso-buscape/ https://exame.com/pme/o-que-voce-pode-aprender-com-o-maior-erro-do-fundador-do-buscape/ https://franquiadeescola.jumpercursos.com.br/historias-inspiradoras-romero-rodrigues-o-dono-do-buscape/ https://dinheirama.com/dinheirama-entrevista-romero-rodrigues-fundador-e-ceo-do-buscape/  
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Quem é Guilherme Benchimol da XP Investimentos?
Guilherme Benchimol, cofundador da XP Investimentos, é um exemplo nítido de como as escolhas influenciam nossas vidas. Nascido no Rio de Janeiro em 1977, o ex-CEO da companhia é formado em Ciências Econômicas pela UFRJ e faz parte da lista de bilionários da Forbes 2021, com fortuna estimada em R$ 2,6 bilhões.  Filho de pai médico, gostaria de seguir a carreira na medicina, mas desistiu após acompanhar o pai ao dar uma notícia de falecimento. Foi impactado por uma matéria da revista Exame que abordava empreendedores e seus investimentos. Foi para a UFRJ e disparou uma série de currículos para bancos e corretoras. Passou por estágio em empresas na área de back office até chegar a uma empresa que seria futuramente vendida ao Santander.  Viajava pelo país atrás de clientes ao mesmo tempo em que a bolha das empresas de tecnologia estourou, quando acabou sendo demitido. Com isso, foi à Porto Alegre para assumir uma vaga com a qual teve contato durante uma de suas viagens.  O início da XP Junto a um colega da empresa atual, Guilherme Benchimol tinha a vontade de criar um escritório de agentes autônomos. Entre incertezas, falta de rendimentos e dificuldades, até ofereceram 10% da companhia à estagiária Ana Clara, com quem Benchimol se casaria futuramente. Com os altos custos e problemas, o CEO vendeu a própria caminhonete para quitar dívidas. Dando um passo para trás, percebeu que a população não entendia sobre educação financeira e investimentos. Assim, decidiu oferecer um curso de como investir na Bolsa. Com a iniciativa dando certo, os sócios abriram mais turmas dali para frente para conseguir dinheiro de forma rápida e eficaz. Desta forma, atraíram agentes autônomos interessados em ministrar cursos sob a promessa de uma participação nos lucros.  A expansão por cidades do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná foi tanta que abriam 200 contas por mês, chegando a receitas de quase R$ 3 milhões no ano de 2004. Benchimol decidiu dar um passo maior e transformar a XP em uma corretora de ações e assim fez. Se mudou para o Rio de Janeiro comandando uma rede de R$ 50 milhões e lucro de R$ 10 milhões em 2007.  Pouco tempo depois, a crise de 2008 abalaria a empresa que demitiu funcionários, reduziu salários e tomou certas atitudes que causaram prejuízos de até R$ 2 milhões. Era preciso diversificar, então Guilherme criou a área de seguros e passou a investir no setor de investidores institucionais.  Bolsa de Valores e aportes Em 2010, a empresa foi avaliada em R$500 milhões e tinha cerca de 70 mil clientes que geravam receita de R$185 milhões, recebendo um aporte de R$100 milhões. Com a possibilidade de abertura de capital, novamente a empresa foi avaliada, mas desta vez o valor era de R$1,2 bilhão, aportando um total de R$570 milhões, marcando a entrada do segundo fundo. Em 2017, o Itaú aportou R$ 6 bilhões para comprar 49,9% do capital da XP, negociação que se estende com rusgas e discussões ao longo dos anos.  Em 2019, a XP abriu o capital na Nasdaq, com a avaliação da empresa chegando a R$ 62,5 bilhões, mesma época em que Guilherme Benchimol seria considerado um dos executivos mais influentes do mundo segundo levantamento da revista Bloomberg. Neste momento sua fortuna atingiu o patamar de mais de R$ 15 bilhões, o que o colocou na lista de bilionários da Forbes no mesmo ano.  Já em 2020, a empresa alcançaria a marca de 2,6 milhões de clientes ativos, além de valor de mercado de R$130 bilhões e mais de 2 mil funcionários. Ao longo de sua trajetória, a XP comprou empresas como a AmericaInvest, Interfloat, Senso Corretora, Infomoney, Clear Corretora, Prime Corretora e Rico Corretora  Recentemente, a XP Investimentos foi reconhecida como a melhor Corretora Digital de 2020 pelo Prêmio Ibest.  Educação Financeira e conhecimento Em 2020, Guilherme Benchimol fundou a XPEED, escola da XP Investimentos focada em negócios, formação e educação financeira de nível básico a profissionalizante. Por lá é possível encontrar desde cursos gratuitos até MBAs.  Como sempre deixou claro, o objetivo da XP é inovar e transformar o mercado financeiro com serviços e informações de qualidade para impulsionar as pessoas e suas vidas. Pensando nisso, por meio da XPEED, Guilherme traz 4 lições sobre empreendedorismo, que são:  
  • Parceria para dividir os sonhos, dificuldades e conquistas com pessoas qualificadas 
  • Resiliência para seguir firme e superar obstáculos financeiros e emocionais 
  • Humildade para aprender com erros e falhas 
  • A menor distância entre dois pontos é um zigue-zague
Guilherme Benchimol e a XP Investimentos Com a trajetória de sucesso servindo de inspiração para milhares - e talvez até milhões de pessoas -, Guilherme tem um livro escrito pela jornalista Maria Luíza Filgueiras, intitulado  “Na Raça – Como Guilherme Benchimol criou a XP e iniciou a maior revolução do mercado financeiro brasileiro”, onde traz a história da evolução da empresa e muito mais.  Em seu Instagram, Guilherme acumula mais de 500 mil seguidores, onde compartilha informações sobre o mercado financeiro, lições sobre investimentos e muito mais. Já a XP tem mais de 1 milhão de seguidores no Instagram, além de mais de 300 mil inscritos no YouTube, entre outras redes sociais como Twitter e LinkedIn Fontes https://www.infomoney.com.br/perfil/guilherme-benchimol/ https://www.instagram.com/guilhermebenchimol/?hl=pt-br https://www.xpi.com.br/fale-com-o-guilherme/ https://rivainvestimentos.com.br/a-historia-de-guilherme-benchimol-e-da-xp-investimentos/ https://www.suno.com.br/tudo-sobre/guilherme-benchimol/ https://tc.com.br/perfis-do-mercado/guilherme-benchimol https://www.seudinheiro.com/2021/economia/guilherme-benchimol-deixa-cargo-de-ceo-da-xp-e-assume-nova-funcao/  
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Quem é Eric Santos da RD Station?
Eric Santos é CEO e cofundador da RD Station, uma das principais empresas de Marketing Digital do Brasil. Criada em 2011, a RD surgiu sob o objetivo de espalhar e desenvolver uma série de estratégias de comunicação com foco em atração de clientes e vendas. A história da figura mais relevante da companhia, por outro lado, começou anos antes.  Junto a alguns sócios, Eric gerenciava uma empresa que desenvolvia aplicativos para celulares, antes ainda do sucesso do Android e do iPhone, por volta do ano de 2005. Era difícil alavancar o próprio negócio com o que se sabia de marketing na época, quando decidiu se aprofundar em algo que poderia mudar tudo: o Inbound Marketing (marketing de atração).  A própria vontade de experimentar, errar e acertar motivou Eric a oferecer ajuda a companhias que desejavam redesenhar e implementar estratégias de marketing sem investimentos absurdos. Tudo daria surpreendentemente certo e a empresa de aplicativos seria utilizada para prestar consultorias, sendo futuramente vendida para dar lugar ao Marketing Digital de uma vez por todas.   Pouco depois, com o sucesso do trabalho, Eric decidiu ir de vez para o mundo digital com a Sistemarketing, empresa criada em 2010 que se tornaria a hoje conhecida RD Station. RD Station A empresa decidiu abandonar a publicidade antiga e apostar em estratégias simples e acessíveis por meio de um sistema intuitivo e que reunisse as principais ferramentas do setor. Na época, ninguém falava de Automação de Marketing, mas a RD nascia com o objetivo de se tornar referência do setor.  Com a criação do próprio sistema de automação, a RD permitiu a inúmeras empresas organizar seus processos de vendas e comunicação, ao enxergar cada passo da jornada do cliente, fazer o mapeamento de atividades, acompanhar o desempenho em tempo real e muito mais.  Tudo isso foi cuidadosamente pensado para aumentar a conversão, recuperar clientes perdidos e vender mais de uma vez para a mesma pessoa, utilizando a integração com outras ferramentas, tais como: WhatsApp, Slack, Trello, Google Maps, entre outros.  A produção de conteúdo em blog, eBooks, newsletters e diversas outras iniciativas impulsionaram a RD e seus acessos, que chegam a 1,5 milhão de pessoas mensalmente em seus canais.   O YouTube já conta com quase 20 mil inscritos, enquanto o perfil do Instagram tem mais de 8 mil seguidores.  O crescimento considerável e o desenvolvimento de novas estratégias e oportunidades permitiu à startup abrir escritórios por todo o Brasil, em lugares como Florianópolis (sede), São Paulo e Joinville, além das empreitadas internacionais na Colômbia, México, Espanha e Portugal.  Empreender é tomar decisões Durante entrevista para a StartSe, o CEO da RD Station, Eric Santos, revelou que a plataforma da empresa é utilizada por 13 mil clientes ao redor do Brasil.  Para expansão, a empresa terá um investimento de R$ 200 milhões liderado pelo fundo Riverwood Capital, com foco em ajustes e criação de alternativas para os clientes que ainda não conseguem automatizar o marketing, além de utilizar inteligência artificial, big data e machine learning para oferecer produtos com maior assertividade.   RD Station e as vendas Conforme opinião do próprio CEO da RD, o vendedor teve sua função modificada drasticamente para melhor ao longo dos anos. Se antes era necessário ser agressivo, hoje os vendedores atuam como verdadeiros consultores especialistas do produto e/ou serviço em questão. Para um processo de vendas de sucesso, é necessário analisar o perfil do cliente com o objetivo de oferecer o melhor para cada situação.  Universidade RD Station Partindo de conceitos como o Sucesso do Cliente e Relacionamento Saudável e duradouro com clientes, a RD se consolida cada vez mais como referência do setor de comunicação e vendas.  Para alavancar resultados e os grandes talentos que surgem a cada dia, a empresa tem a RD University, setor responsável por criar e implementar cursos, materiais e ações educativas para clientes, parceiros e a audiência em geral.    Fontes https://resultadosdigitais.com.br/blog/rd-station-totvs/ https://www.linkedin.com/authwall?trk=ripf&trkInfo=AQGxbryNZe1BEgAAAXl_5wCgZvdP2snifTqEFXXiG2leXdLeXGR1XlRG_GEP6uXOjKUxoxZMBMkWUWsnT9da-hJ_KePQMPvTyOvMCdet1uh-3PXbdWQgnyiaMPEjEb_Xm7vJnUc=&originalReferer=https://www.google.com/&sessionRedirect=https%3A%2F%2Fbr.linkedin.com%2Fin%2Fericksilvamartins https://empreendedor.com.br/noticia/5-historias-inspiradoras-no-dia-do-empreendedor/ https://www.youtube.com/watch?v=xFM9NWRZju8 https://endeavor.org.br/empreendedor/eric-santos/ https://www.infomoney.com.br/negocios/rd-station-a-historia-do-engenheiro-que-mudou-o-marketing-digital-no-brasil/ https://revistapegn.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2019/08/como-eric-santos-quer-transformar-resultados-digitais-em-um-negocio-global.html https://www.startse.com/noticia/nova-economia/os-aprendizados-de-eric-santos-ceo-da-resultados-digitais  
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